Com a vitória da Espanha, na África do Sul, o Brasil é agora o centro das atenções da Copa de 2014. O país conseguiu com muita dificuldade sediar um dos maiores eventos esportivo do mundo, que levou, por exemplo, para a França, 500 mil turistas. Nossos desafios são muito grandes e temos que entender que o processo de captação e de marketing eleitoreiro terminou e que o momento é de trabalho, sobretudo no cumprimento das metas estabelecidas pela FIFA, que estão muito atrasadas.
Os aeroportos, mormente o Tom Jobim, não podem passar apenas por uma maquiagem. Faz-se necessário a transformação do mesmo num equipamento mais moderno, voltado para o lazer dos passageiros e não só para embarque e desembarque. É lamentável que a idéia do governador Sergio Cabral de terceirizar a operação de nossos aeroportos não tenha sido levada adiante. Não podemos ter um caos aéreo e nem deixar de receber aviões com torcidas, como acaba de acontecer em Durban.
Precisamos também melhorar a qualificação de nossos recursos humanos, não com cursos a distância de idiomas, mas com um programa presencial de atendimento de excelência com informações específicas dos principais países emissores e como deverão ser tratados nossos consumidores.